Diabetes e retina · BH/MG

Retinopatia Diabética e Edema Macular Diabético — tratamento em Belo Horizonte.

Atendimento especializado para diabéticos com alteração na retina. Quando o diabetes começa a afetar a visão, agir cedo faz toda a diferença. Conduzido pelo Dr. Paulo Aquino, retinólogo, no NEO Hospital de Olhos.

RQE 37.147
Oftalmologia
Retina e catarata
NEO
Hospital de olhos
Funcionários · BH
Convênio
e particular
Cobertura ANS
01Diabetes na visão

Você tem diabetes e percebeu mudanças na visão?

A retinopatia diabética e o edema macular diabético são complicações silenciosas — muita gente já tem alteração na retina antes mesmo de notar qualquer sintoma. Quando os sinais aparecem, a maioria deles é sutil. Vale prestar atenção:

A
Visão central embaçada ou flutuante Sua visão fica borrada em momentos e melhora em outros — sinal típico de inchaço da retina.
B
Linhas retas que parecem onduladas O batente da porta, o cabo da vassoura, as linhas de um caderno — qualquer linha reta passa a parecer distorcida.
C
Manchas escuras ou pontos no campo visual Manchinhas que se mexem com o olho ou áreas que parecem mais escuras do que o resto.
D
Dificuldade para ler Ler letras pequenas fica mais cansativo, mesmo com óculos novos. Pode ser sinal de edema macular diabético.
E
Dificuldade de enxergar à noite A retina diabética perde sensibilidade em ambientes com pouca luz.
F
Visão pode estar normal mesmo com retinopatia diabética Em fase inicial, a doença não dá sintomas. Esse é o motivo principal do rastreamento anual obrigatório.

É diabético tipo 1 ou tipo 2? O exame de retina deve ser feito anualmente, mesmo sem sintomas.

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02Diabetes e retina

Como o diabetes causa a retinopatia diabética e o edema macular

A retina é forrada por milhares de vasos sanguíneos microscópicos. O excesso prolongado de glicose no sangue danifica a parede desses vasos, gerando os dois problemas que afetam a visão do paciente diabético.

  • 01
    Vasos da retina vazam fluido O açúcar alto no sangue enfraquece as paredes dos pequenos vasos da retina. Eles começam a vazar — esse é o início da retinopatia diabética.
  • 02
    O líquido se acumula na mácula Quando o vazamento atinge a mácula (centro da retina), forma-se o edema macular diabético. É ele que causa a visão embaçada e a dificuldade para ler.
  • 03
    Áreas da retina podem ficar sem oxigenação Em estágios mais avançados da retinopatia diabética, partes da retina ficam sem circulação. O organismo tenta compensar criando novos vasos — frágeis, que sangram com facilidade.
  • 04
    Sem tratamento, a perda visual progride A retinopatia diabética é a principal causa de perda visual em adultos em idade produtiva. Mas é também uma das doenças retinianas que mais responde bem ao tratamento quando começado a tempo.
Dado clínico
1 em cada 3 diabéticos tem alguma alteração na retina.
A maioria desses casos é silenciosa no início — o paciente percebe que algo mudou apenas quando a visão já piorou. Por isso o rastreamento anual é parte essencial do cuidado de quem tem diabetes.
03Os dois quadros

Retinopatia diabética e edema macular diabético: o que muda no tratamento

Os dois quadros podem aparecer juntos ou separados. Cada um exige uma abordagem específica — daí a importância de avaliar com retinólogo, com exames adequados, em vez de tratar genericamente como "problema da diabetes nos olhos".

A · Retinopatia diabética

Estágios não-proliferativo e proliferativo

A retinopatia diabética começa com pequenos sangramentos e exsudatos na retina (forma não-proliferativa). Se progride sem controle, partes da retina ficam mal oxigenadas e o organismo cria novos vasos frágeis (forma proliferativa) — quadro que pode levar a sangramento dentro do olho e perda visual grave.

  • Diagnóstico com fundoscopia e retinografia
  • Avaliação periódica com OCT
  • Em casos avançados: fotocoagulação a laser
  • Tratamento intravítreo quando há indicação clínica
  • Controle rigoroso da glicemia em paralelo
B · Edema macular diabético

Quando o líquido atinge o centro da visão

O edema macular diabético é o acúmulo de fluido na mácula — a parte central da retina, responsável pela visão de detalhes. É a complicação que mais afeta a visão útil no dia a dia (leitura, reconhecer rostos, dirigir). Pode coexistir com a retinopatia diabética em qualquer estágio.

  • Diagnóstico confirmado por OCT
  • Mede a espessura da retina em micrômetros
  • Tratamento intravítreo é o padrão atual
  • Acompanhamento contínuo com novas OCTs
  • Resposta individual define intervalo entre aplicações
04Tratamento

Tratamento da retinopatia diabética com injeção intravítrea

Quando há indicação, o tratamento intravítreo é hoje o padrão de referência para o edema macular diabético e para a retinopatia diabética em fases avançadas. Aplicamos a medicação intraocular dentro do bloco cirúrgico do NEO Hospital de Olhos — com toda a segurança de um procedimento hospitalar.

Etapa 01

Avaliação completa

Consulta com fundoscopia, retinografia e OCT — o exame que mede em micrômetros a espessura da retina. Definimos se há retinopatia diabética e/ou edema macular diabético, e em que estágio.

Etapa 02

Plano individualizado

Definimos o melhor caminho terapêutico conforme o quadro, o grau da retinopatia diabética, a presença de edema, a cobertura do plano e o perfil do paciente. Tudo explicado em linguagem simples.

Etapa 03

Aplicação intravítrea

Realizada dentro do bloco cirúrgico do NEO Hospital de Olhos, com anestesia em colírio e antissepsia rigorosa. O paciente praticamente não sente dor — apenas leve pressão por alguns segundos.

Etapa 04

Acompanhamento

OCT a cada visita, ajustando o intervalo entre aplicações conforme a resposta do seu olho. Em paralelo, reforço da importância do controle metabólico (glicemia, pressão e colesterol).

O tratamento da retinopatia diabética é mais eficaz quando começa antes da perda visual avançada. Vamos avaliar?

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05Quem cuida de você

Retinólogo especializado em retinopatia diabética

Dr. Paulo Aquino · Médico oftalmologista subespecialista em retina e catarata
Diretor técnico · SVA Oftalmologia
CRM-MG 51.011

Dr. Paulo Aquino

CRM-MG 51.011
RQE 37.147 · Oftalmologia
Subespecialidade · Retina e catarata

Médico oftalmologista com subespecialização em retina e catarata. Atende pacientes diabéticos com diagnóstico de retinopatia diabética e edema macular diabético, conduzindo o tratamento intravítreo no bloco cirúrgico do NEO Hospital de Olhos. Foco em diagnóstico preciso, linguagem clara e adesão ao plano terapêutico.

Especialidade e atuação
  • Especialista em Oftalmologia · CBO · RQE 37.147
  • Subespecialização em Retina e Catarata
  • Atendimento de pacientes diabéticos com alteração retiniana
  • Tratamento clínico e cirúrgico de retinopatia diabética
  • Diretor Técnico · SVA Oftalmologia
  • Procedimentos no NEO Hospital de Olhos · Funcionários · BH
06Convênios e particular

Convênios cobrem o tratamento da retinopatia diabética?

Sim. O tratamento intravítreo para retinopatia diabética e edema macular diabético está incluído no Rol de Procedimentos da ANS. Atendemos as principais operadoras de saúde suplementar e também atendimento particular com transparência de custos.

Convênios atendidos
  • Unimed
  • Bradesco Saúde
  • IPSM
  • Vale
  • Saúde Caixa
  • SulAmérica
  • Casu
  • e outros — consulte
Sua cobertura inclui tratamento do edema macular diabético?

A autorização da medicação intraocular é o passo mais sensível para pacientes diabéticos. Envie a foto da sua carteirinha pelo WhatsApp e nossa equipe verifica sua cobertura específica antes da consulta.

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07Dúvidas de quem é diabético

As perguntas que ouvimos toda semana.

Respostas claras para quem já recebeu diagnóstico de diabetes e está em dúvida sobre como cuidar da retina. Se sua dúvida não estiver aqui, mande pelo WhatsApp.

Diabético precisa fazer exame de retina todo ano mesmo sem sintomas? +
Sim, é obrigatório. A retinopatia diabética em fase inicial não causa sintomas — o paciente percebe apenas quando a visão já caiu. O exame de retina anual é o único jeito de detectar a doença a tempo de evitar a perda visual. Diabéticos tipo 1 devem começar o rastreamento 5 anos após o diagnóstico. Diabéticos tipo 2: já na confirmação do diagnóstico.
Posso tratar retinopatia diabética com colírio? +
Não. A retinopatia diabética não responde a colírio. O tratamento eficaz envolve controle metabólico (glicemia, pressão, colesterol) somado, quando indicado, ao tratamento intravítreo ou laser. Colírios podem aliviar sintomas como olho seco, mas não atuam na causa da retinopatia diabética.
O tratamento intravítreo cura a retinopatia diabética? +
Não cura, mas controla. A retinopatia diabética é uma complicação crônica do diabetes — enquanto a doença de base existir, a retina continua sob risco. O tratamento intravítreo, quando indicado, seca o edema macular diabético e estabiliza o quadro. Para resultado consistente, é essencial manter a glicemia controlada com sua equipe de endocrinologia.
Vou precisar de quantas injeções para tratar diabetes na retina? +
Depende da resposta do seu olho. Em geral, o tratamento da retinopatia diabética e do edema macular diabético começa com aplicações mensais nos primeiros meses (fase de carregamento). Depois disso, o intervalo é ajustado conforme a OCT mostra a evolução. Alguns pacientes precisam de poucas aplicações por ano; outros mantêm aplicações mais frequentes. A frequência é sempre individualizada.
Posso continuar minhas medicações de diabetes antes da injeção? +
Sim. Continue normalmente — insulina, metformina, anti-hipertensivos, estatinas e qualquer outra medicação que você usa para diabetes ou comorbidades. Não precisa estar em jejum para a aplicação intravítrea, e na maioria das vezes anticoagulantes e antiplaquetários também não são suspensos. Apenas avise sobre todas as medicações em uso.
Meu plano cobre o tratamento de edema macular diabético? +
Sim. O tratamento intravítreo para edema macular diabético está no Rol de Procedimentos da ANS desde 2014. A autorização exige documentação clínica (OCT, retinografia, relatório do retinólogo) — nossa equipe ajuda no preenchimento. Recomendamos enviar a foto da carteirinha pelo WhatsApp antes da consulta para verificar a cobertura específica da medicação intraocular.
Qual a diferença entre retinopatia diabética e edema macular diabético? +
A retinopatia diabética é o quadro geral: o dano que o diabetes causa nos vasos da retina, com hemorragias e exsudatos espalhados. O edema macular diabético é uma complicação específica — quando esse vazamento de líquido atinge a mácula (centro da visão). Você pode ter retinopatia diabética sem edema macular, ou os dois ao mesmo tempo. Cada um tem implicações diferentes no tratamento.
Vou perder a visão se não tratar a retinopatia diabética? +
A retinopatia diabética é a principal causa de perda visual em adultos em idade produtiva. Sem tratamento, formas avançadas evoluem para hemorragia vítrea, descolamento de retina e, em casos extremos, perda definitiva da visão. A boa notícia: detectada cedo e tratada adequadamente, a maioria dos pacientes diabéticos mantém boa visão útil por muitos anos. O caminho é controle do diabetes + acompanhamento oftalmológico anual + tratamento quando indicado.
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Você é diabético? Cuide da sua visão antes que apareçam sintomas.

A maioria dos casos de retinopatia diabética e edema macular diabético é silenciosa no início. O atendimento humano e rápido pelo WhatsApp já tira suas dúvidas e agenda sua avaliação de retina.

Atendimento das 8h às 18h · Resposta em horário comercial

Este conteúdo tem caráter informativo e educacional e não substitui a avaliação presencial. O diagnóstico e a indicação de qualquer tratamento para retinopatia diabética ou edema macular diabético devem ser feitos por médico oftalmologista, considerando o quadro clínico individual de cada paciente. CRM-MG 51.011 · RQE 37.147.